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PROTESTE avalia a qualidade das Cachaças

01 jul 2003
A cachaça, segunda bebida alcoólica mais consumida no Brasil, perdendo apenas para a cerveja, foi testada pela PROTESTE e o resultado dos exames laboratoriais, para alegria dos que apreciam a bebida, foi muito bom. Mas o diferencial do teste foi a degustação. Essa bebida brasileiríssima conhecida e apreciada nacional e internacionalmente é a matéria de capa da revista PROTESTE de julho.

A PROTESTE - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor fez um teste comparativo com oito marcas de aguardente mais vendidas no mercado. Além dessas, foram avaliadas também, como referência, uma cachaça do tipo envelhecida e outra de fabricação artesanal. Foram analisados no teste laboratorial o teor alcoólico, a presença de impurezas e de cobre e metanol, duas substâncias que, em excesso, são tóxicas para o consumidor. Esses exames revelaram que todos os produtos testados obedeciam aos requisitos exigidos na legislação e aos parâmetros fixados pela Pro Teste. Por isso, todas as cachaças receberam o conceito “muito bom”.

Foi na avaliação da rotulagem que os problemas apareceram. A maioria não trazia todas as especificações necessárias ao consumidor. Faltavam informações, como: data de fabricação, validade, indicação de armazenamento ou conservação do produto. O telefone do fabricante e o número do lote também não foram encontrados na maioria dos produtos. Esses são dados importantes, pois, se houver algum produto com problemas, o contato com o fabricante e a identificação desses lotes são vitais para a retirada do mercado. O preço foi outro item avaliado e foi grande a diferença encontrada. É preciso pesquisar antes de comprar.

Na etapa da degustação, as cachaças foram classificadas entre “muito bom/bom” e “bom/aceitável”. Nessa fase, as características analisadas foram o aspecto, a cor, o odor e o sabor. Como não foram encontradas falhas nos produtos, a degustação tornou-se o fator decisivo na escolha do “melhor do teste” e “a escolha certa”. Nesse teste, o título de “o melhor do teste” foi para a marca Tatuzinho. Considerando a relação qualidade/preço, foram consideradas “a escolha certa” as marcas Caninha 21 Pirassunuga e Pitú.

Marcas testadas: Caninha Tatuzinho, Velho Barreiro, Pirassunuga 51, Pitú, Caninha 21 Pirassunuga, Sapupara Prata, Caninha 3 Fazendas e Caninha da Roça, mais a Ypióca (envelhecida) e a Espírito de Minas (artesanal).

Clique no link, em informação relacionada, para ler o artigo completo publicado na revista (formato PDF).

A PROTESTE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DO CONSUMIDOR – foi fundada em julho de 2001, por iniciativa do IPEG – Instituto Pedra Grande de Preservação Ambiental de Atibaia (SP), constituído há 20 anos, e da Test-Achats, da Bélgica, associação membro da Euroconsumers que defende o consumidor na Europa. A PROTESTE edita uma publicação de nome homônimo, onde são divulgados os resultados de testes comparativos que a entidade realiza com produtos e serviços.

Nota – É permitida a reprodução da reportagem sobre o teste das cachaças publicada na décima sexta edição da revista Proteste, com exceção da tabela de resultados, desde que a fonte e a data de publicação (Pro Teste, julho de 2003) sejam citadas. É proibida sua utilização para fins publicitários ou comerciais. A divulgação na Internet, deverá conter um link para a página da PROTESTE (www.proteste.org.br) e só poderá estar disponível on-line durante um mês.